Osho, conhecido por suas opiniÔes revolucionårias, esclarecedoras e iluminadas, sem se preocupar em contradizer a si mesmo, questiona os fundamentos de nossas resoluçÔes de mais um ano que se inicia.
A busca da felicidade estĂĄ entre um dos aspectos que mais ocupam as pessoas, depois que os mais bĂĄsicos, como o da sobrevivĂȘncia e segurança foram resolvidos.
Em busca desses benefĂcios para estudantes e professores, instituiçÔes de ensino superior recorrem a cursos de meditação e incentivam a prĂĄtica no ambiente acadĂȘmico.
âQuanto mais silĂȘncio se experimenta na mente, mais capacidade de filtrar os pensamentos. Pensamentos Ășteis serĂŁo reconhecidos mais facilmente e pensamentos inĂșteis serĂŁo eliminados mais facilmente. O custo operacional melhora muito, desenvolve-se uma visĂŁo de pensamento com mais objetividade, mais sentido. E com isso, perde-se menos dinheiro, menos tempo e menos energia porque nĂŁo se sai atirando para todos os ladosâ, ensina.
A questão foi um dos temas centrais no XII Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular, em Belo Horizonte, onde Tani foi um dos palestrantes.
Segundo o fĂłrum, vivemos em um paĂs diverso. âAqui, nativos e imigrantes, homens e mulheres, brancos e negros convivem em harmonia nos mais diversos espaços sociais, inclusive nas universidades. Na esfera econĂŽmica, a diversidade jĂĄ se mostrou fundamental para a produtividade e o progresso. NĂŁo faltam exemplos de paĂses que tĂȘm na diversidade da população sua fonte de riqueza e de impulsionamento do crescimentoâ, afirma.
As mensagens de Natal muitas vezes trazem a imagem cristĂŁ de um menino na manjedoura. Entretanto, rarĂssimas vezes as pessoas se lembram das crianças que habitam seu prĂłprio interior.
A ‘provocação’ surtiu algum efeito, jĂĄ que algumas pessoas que nunca se depararam com a informação de que temos uma criança dentro delas, perguntaram a respeito.
Para responder a elas, escolhi uma fala do Osho, que responde a uma pergunta do Sw. Anand Gogo, publicada no livro “The Rebellious Spirit” (O EspĂrito Rebelde, em tradução livre, nĂŁo publicado no Brasil), traduzida para o portuguĂȘs pelo Sw. Bodhi Champak.
Matriz Divina que estais em mim, que estais naquele que eu amo e naquele que nem tantoâŠ, naqueles que me ajudam a perceber a ferida em meu ego, naqueles que buscam a verdade e naqueles que pretendem permanecer na ignorĂąncia.
Dai-me compreensão para que eu possa compreender aqueles que me ofenderem, mesmo quando meu coração se sinta ferido.
Permita-me aprender com meus erros.
Livrai-me de todo o mal, de toda violĂȘncia, de todo infortĂșnio, de toda enfermidade. Livrai-me de toda dor, de toda mĂĄgoa e de toda desilusĂŁo, que eu cause a mim e aos outros.
Mas, ainda assim, quando tais dificuldades se fizerem necessårias, que eu tenha força e coragem de dizer: Bracias*, Matriz Divina, por mais essa lição!
Texto baseado no Poema Divino, publicado no site Momento EspĂrita, atualizado hoje (29 de setembro de 2020), para incluir a fonte, que deixei de mencionar quando publiquei, e fazer algumas alteraçÔes ortogrĂĄficas que considerei importantes.
NĂŁo que pensamentos nĂŁo ocorram durante a meditação. Sim, eles podem estar presentes. Mas o foco do meditador nĂŁo estĂĄ no ‘pensar’ e sim na observação de tudo o que ocorre, dentro e fora de seu universo interior, mas sem se perder no que acontece.
O Ășnico aplicativo publicado pela Microsoft, com um tĂtulo em portuguĂȘs, faz o uso da palavra ‘meditação’ como citei no inĂcio, e usa citaçÔes bĂblicas para que se ‘medite’ sobre elas. Repito: isso nĂŁo tem nada a ver com meditação.
VocĂȘ pode praticar esta meditação de duas maneiras diferentes ao longo de 21 dias
1. Durante 30 minutos por dia: respire seu prĂłprio sofrimento durante 10 minutos, o sofrimento dos amigos e familiares durante 10 minutos, depois o sofrimento do mundo durante os Ășltimos 10 minutos.
2. Pratique-a durante 21 dias: respire no seu prĂłprio sofrimento durante 7 dias, o sofrimento dos amigos e familiares durante 7 dias, depois o sofrimento do mundo durante 7 dias.
*Atisha ou AtiĆa Dipamkara Shrijnana (982-1054) foi um renomado e erudito mestre de meditação budista-indiano que reintroduziu o Budismo no Tibete apĂłs o seu quase desaparecimento sob o reinado de Langdharma.
à o autor de Luz para o Caminho, o primeiro texto sobre as etapas do caminho, o texto original do Lamrim, que acabou tornando-se um dos fundamentos da instrução Lamrim posterior. Sua tradição tornou-se conhecida como Tradição Kadampa.
(O texto do Osho e as informaçÔes sobre Atisha foram parcialmente adaptadas a partir do conteĂșdo do sites Doce LimĂŁo, Tantra Essence e Puja Healing. Editado em 23/09/2020 para inserir as instruçÔes e reescrever parte do texto.)
“NĂŁo dou nenhuma disciplina a meus discĂpulos, nĂŁo os moldo em nenhum tipo de carĂĄter, padrĂŁo e obrigaçÔes. NĂŁo lhes dou nenhum ideal.” – Osho
Hoje o Facebook me lembra, que hĂĄ exatamente cinco anos publiquei o seguinte texto do Osho em minha timeline:
“NĂŁo dou nenhuma disciplina a meus discĂpulos, nĂŁo os moldo em nenhum tipo de carĂĄter, padrĂŁo e obrigaçÔes. NĂŁo lhes dou nenhum ideal. Simplesmente lhes dou algo pequeno que precisa ser alimentado em seu coraçÔes: sejam mais alertas!”*
Osho nos fala de nossa responsabilidade com nossa mobilização para estarmos conscientes. Sim, nessa mobilização sentiremos as mãos do divino. Mas para isso temos que estar nos mobilizando. Essa mobilização tem um nome: meditação.
Ao longo desses anos, meditando com regularidade, nossa meditação vai crescendo e nĂłs crescemos junto com ela. E nem tudo sĂŁo flores: passamos por experiĂȘncias de profunda paz e por experiĂȘncias dolorosas, ora estamos em ĂȘxtase, ora estamos angustiados. Ă um aprendizado onde caĂmos e nos levantamos vĂĄrias vezes.
Sem meditação, todas essas lindas palavras serĂŁo apenas lindas palavras sem qualquer significado. Com a meditação, elas se transformam numa linda aventura, nĂłs nos transformamos e elas trazem significado Ă nossa vida.”.
Bodhi Champak Sannyasin do Osho desde 1986″
Ă bem provĂĄvel que Champak, ao jorrar sua experiĂȘncia no texto acima, o tenha publicado no dia anterior Ă divulgação em seu blog, no Facebook.
Agradeço a vocĂȘ, querido Champak, por tantos outros textos e comentĂĄrios sobre falas do Osho que sempre me inspiram a ir mais fundo dentro de mim mesmo.
*Hoje, 24/02, ao reler o texto, resolvi fazer modificar a tradução proposta pelo Champak, que pode ser lida em seu blog e a inserir a fonte, que encontrei no formato PDF.
“Quando digo desfrute disso eu nĂŁo quero dizer para vocĂȘ se tornar um masoquista; eu nĂŁo quero dizer para vocĂȘ criar sofrimento para si mesmo e desfrutar disso. Eu nĂŁo quero dizer: vĂĄ lĂĄ, pule de um penhasco, tenha fraturas e entĂŁo desfrute delas. NĂŁo.”
O programa escolar chamado Holistic Me After School (HolĂstico Depois da Escola – em tradução livre), realizado em parceria com a ong Holistic Life Foundation (Fundação Vida HolĂstica) que reĂșne meditação de atenção plena e profissionais especialistas em comportamento. Como relata a Revista Galileu, “O resultado foi tĂŁo impressionante que, desde que implantou o projeto hĂĄ dois anos, a escola de Baltimore nĂŁo realizou uma Ășnica suspensĂŁo.”
Sua escola, empresa, clube, academia pode contar com minha experiĂȘncia de mais de 40 anos com meditação e terapias de comportamento. Entre em contato!
HĂĄ alguns dias, um homem veio a mim e ele estava se sentindo muito culpado. Ele disse: âEu amei uma mulher, eu a amei muito. No dia em que ela morreu, eu estava chorando e pranteando, mas de repente eu me tornei consciente de uma certa liberdade dentro de mim, como se alguma carga tivesse me deixado. Eu senti um profundo alĂvio, como se tivesse me tornado livreâ.
Naquele momento, ele se tornou consciente de uma segunda camada de seu sentimento. Externamente ele estava chorando e pranteando e dizendo: âEu nĂŁo posso viver sem ela. Agora serĂĄ impossĂvel, ou a vida serĂĄ apenas como a morte. Mas bem fundoâ â ele disse â âeu me tomei consciente de que estou me sentindo muito bem, que agora eu estou livreâ.
Uma terceira camada começou a sentir culpa. Ela lhe dizia: âO que vocĂȘ estĂĄ fazendoâ? E um corpo morto estava deitado ali, bem Ă sua frente, ele me contou, e ele começou a sentir uma enorme culpa. Ele me disse: âAjude-me. O que estĂĄ acontecendo Ă minha mente? Eu a traĂ tĂŁo cedoâ?
HĂĄ alguns dias, um homem veio a mim e ele estava se sentindo muito culpado. Ele disse: âEu amei uma mulher, eu a amei muito. No dia em que ela morreu, eu estava chorando e pranteando, mas de repente eu me tornei consciente de uma certa liberdade dentro de mim, como se alguma carga tivesse me deixado. Eu senti um profundo alĂvio, como se tivesse me tornado livreâ.
Naquele momento, ele se tornou consciente de uma segunda camada de seu sentimento. Externamente ele estava chorando e pranteando e dizendo: âEu nĂŁo posso viver sem ela. Agora serĂĄ impossĂvel, ou a vida serĂĄ apenas como a morte. Mas bem fundoâ â ele disse â âeu me tomei consciente de que estou me sentindo muito bem, que agora eu estou livreâ.
Uma terceira camada começou a sentir culpa. Ela lhe dizia: âO que vocĂȘ estĂĄ fazendoâ? E um corpo morto estava deitado ali, bem Ă sua frente, ele me contou, e ele começou a sentir uma enorme culpa. Ele me disse: âAjude-me. O que estĂĄ acontecendo Ă minha mente? Eu a traĂ tĂŁo cedoâ?
A posse nĂŁo deveria entrar no meio. NĂłs devemos permanecer indivĂduos e devemos nos mover como consciĂȘncias independentes e livres. NĂłs podemos ficar juntos, nĂłs podemos nos fundir um no outro, mas sem posse. EntĂŁo, nĂŁo hĂĄ servidĂŁo e, entĂŁo, nĂŁo hĂĄ apego.
Quando vocĂȘ perceber sua consciĂȘncia interior, seu centro, somente entĂŁo, o amor nĂŁo se tornarĂĄ um apego. Se vocĂȘ nĂŁo conhecer seu centro interior, o amor se tornarĂĄ um apego. Se vocĂȘ conhecer o seu centro interior, o amor se tornarĂĄ uma devoção. Mas vocĂȘ deve primeiro estar presente para amar, e vocĂȘ nĂŁo estĂĄ.
E, por Ășltimo: se vocĂȘ estĂĄ lutando contra o apego, vocĂȘ tomou uma direção errada. VocĂȘ pode lutar. Assim, muitos monges â reclusos, sannyasins â estĂŁo fazendo isso. Eles sentem que estĂŁo apegados Ă s suas casas, Ă s suas propriedades, Ă s suas esposas, aos seus filhos e eles se sentem engaiolados, aprisionados.
Eles fogem, deixam suas casas, deixam as suas esposas, deixam seus filhos e posses e eles se tornam mendigos e escapam para a floresta, para a solidĂŁo. Mas vĂĄ lĂĄ e observe-os. Eles se tornaram apegados aos seus novos arredores.
VocĂȘ nĂŁo pode escapar tĂŁo facilmente do apego. Ele tomarĂĄ novas formas, novos contornos. VocĂȘ serĂĄ enganado, mas ele estarĂĄ presente. Assim, nĂŁo lute com o apego, apenas tente entender por que ele existe. E, entĂŁo, conheça a causa profunda: devido a vocĂȘ nĂŁo ser, esse apego existe.
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