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  • O que jaz no mar

    O que jaz no mar

    “O mar é como a música; traz em si e faz aflorar todos os sonhos da alma. A beleza e a magnificência do mar provêm do fato de impelir-nos a descer às profundezas fecundas de nossa alma, onde nos defrontamos conosco, recriando-nos, animando o triste deserto do mar”. – Carl Gustav Jung, em carta a Emma Jung, ao partir de Nova York em 1909

    O que jaz no mar

    No mar, mar azul
    Flutuava um grupo de pequenos cisnes brancos
    E de onde é que a águia branco-acinzentada apareceu?
    Ela dispersou o bando ao redor do mar azul
    O branco submerso elevou-se para o céu,
    Penas cinzas caíram em um prado verde
    E quem irá recolher estas penas?
    – Uma menina bonita

    Versão livre do poema em português, da tradução de Dawe Hasted para o inglês, do original em polonês:

    Na morzu, na błękitnym morzu
    Tam pływały stada białych łabędzi
    Z małymi łabądkami
    A skąd się wziął szaro-biały orzeł
    Rozgonił stado po całym błękitnym morzu
    Biały puszek uniósł się do nieba
    Szare pierze opadło na zielonej łące
    A kto zbierze to pierze?
    Zbierze je piękna dziewczyna 

    A versão em inglês: 

    At the sea, blue sea
    There was a floating flock of white swans
    And where did the gray-white eagle come from?
    It dispersed the flock around the blue sea
    White down rose to heaven,
    Gray feathers fell on a green meadow
    And who will collect these feathers?
    – A beautiful girl

    Laboratorium Pieśni (Laboratório da Canção) é um grupo de cantoras de Tri-City (Polônia), criado em 2013. Usando canto polifônico tradicional, executam canções de todo o mundo, principalmente da Ucrânia, dos Balcãs, Polônia, Bielorrússia, Geórgia, Escandinávia e muitos outros lugares. Cantam a capella, bem como com tambores xamãs e outros instrumentos étnicos (caixa shruti, kalimba, flauta, gongo, zaphir e carrilhões koshi, taças, chocalhos, etc.).
    Criaram um novo espaço em uma canção tradicional, acrescentando improvisações de voz, inspiradas por sons da natureza, muitas vezes intuitivas, selvagens e femininas.
    Possuem página no Facebook, canal no YouTube, onde este vídeo está disponível e também um site (laboratoriumpiesni.pl)

  • De como 1989 chegou em 2015…

    De como 1989 chegou em 2015…

    A foto que ilustra esta postagem chegou hoje em meu segundo perfil no Facebook, como Swami Deva Shraddes, exatamente no momento em que eu teclava com um dos administradores do grupo de ex-residentes em Rajneeshpuram (Oregon, USA) [em inglês], tentando ser aceito nele, apesar de ter estado lá somente como residente temporário, durante as férias de 1986.

    Agora, quando dou início às postagens em meu site pessoal, recebo a foto de grupo dos formandos como terapeutas holísticos do Osho.

    Afinal, depois de tantos anos administrando os sites da Revista ecoLÓGICA e da QI-Empresarial e com tantas interações nas redes sociais já estava mesmo na hora de ter meu cantinho pessoal na internet.

    Sincronicidade, acaso, coincidência? A mente pode querer rotular como quiser, mas foi assim que 1989 entrou em 2015… rsrs

  • Cosmopolita

    Cosmopolita

    Sim, sou um ser cosmopolita. Considero o planeta minha pátria. Já vivi o bastante (nasci em 1952, no Dia do Trabalho) para saber que países são apenas ‘quintais embandeirados’, como cantou Raul Seixas em seu épico “Ouro de Tolo”

    Do final de 1984 a abril de 2015, vivi fora do Brasil. Baseado na Alemanha, tive a oportunidade de frequentar inúmeros treinamentos na área das terapias holísticas e também voltados à tecnologia.

    Aqui neste site, vou me focar na parte mais ‘humana’ de minhas vivências, ou “formação” como muitos preferem. Os relacionamentos humanos sempre me interessaram.

    Embora eu nunca tenha desejado frequentar um curso de psicologia, descobri durante meu curso de eletrotécnica na antiga Escola Técnica Federal de Goiás (ETFG), hoje Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG), que gostava do assunto, ao escrever um testemunho sobre truculência em sala de aula, praticada por um professor, sargento do exército, que culminou com sua exclusão do quadro de professores.

    Na Índia, em Puna no ano de 1989, na Osho Multiversity, tornei-me Osho Counselor (conselheiro), uma espécie de terapeuta holístico, num treinamento intensivo, com duração de três meses, que começava às seis da matina e às vezes ia até às vinte e duas, ou atravessava a noite, dependendo do tipo de atividade. De lá pra cá participei de dezenas de grupos de terapia, retiros de meditação e algumas sessões individuais de terapia, o que me permitiu ver-me do avesso muitas vezes, o que faço até hoje…

    Lavo louça, limpo o chão e a privada, cozinho, lavo e passo. Tem muita mulher que não consegue me acompanhar… Conserto quase tudo que não exija um aparelho de solda infravermelho… Pinto paredes, escrevo poesia, crio sites e revistas e atendo como terapeuta. Sou jornalista, publicitário, eletrotécnico… Não toco nenhum instrumento musical, não jogo bola, mas sei andar de bicicleta… rsrs. Totalmente avesso ao machismo, seja ele cultivado por machos, ou ‘educado’ pelas mulheres… Feminino sem ser efeminado ou homossexual, respeito integralmente a diversidade sexual, compreendo a alma das mulheres e dedico-me a resgatar o feminino, através do Tantra, tanto com relação aos homens, mas especialmente em relação às mulheres, criadoras de vida, ricas em sabedoria e intuição, e sobre as quais recai geralmente a enorme responsabilidade de transformar meninos em homens, o que nem sempre dá certo… Basta olhar para a violência dos ‘machos’ contra as mulheres e para os índices de corrupção e desonestidade de Pindorama.

    E para quem quer saber a meu respeito do ‘jeito’ mais oficial possível, basta solicitar meu currículo através do WhatsApp.

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